Eis aí tua mãe
29.05.2010Só com os olhos guiados pelo Espírito Santo, somos capazes de enxergar a grandiosidade que esconde-se nesta pequena, porém, tão importante frase dita pelo próprio Jesus, como relata-nos o Santo Evangelho segundo João, capítulo 19 versículos 26 e 27.
Entristesse-me ver que tantos irmãos, ditos cristãos, têm empenhado suas vidas missionárias na difamação caluniosa, mentirosa, agressiva, anti teológica e por que não dizer também diabólica, daquela que gerou Jesus Cristo, o Filho de Deus, para a humanidade, como nos relata o profeta Isaias em seu livro, capitulo 7 versículo 14: “Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá a dará à luz um filho, e o chamará ‘Deus Conosco‘.”. Muits cristãos, Católicos ou não, têm se atirado a falsas doutrinas e prestado ouvidos a tantas idéias frívolas à respeito da mãe de Jesus que qualquer diálogo a respeito deste assunto torna-se impossível de se estabelecer. A mentira tem tomado conta de muitos corações duvidosos e incertos e o próprio Jesus nos exorta e revela quem é o pai e precurssor de toda mentira em João 8, 44. Jesus revela-nos que o demônio é o pai da mentira. Ele é o único beneficiado com qualquer espécie de mentira. E digo, sem o menor receio, que a mentira pregada por muitos e que têm feito a alegria do demônio, é a de que Maria não é mãe de Deus. Como nos diz a Palavra de Deus no livro do Apocalipse capítulo 12, verso 17, o demônio (representado pelo dragão no texto Bíblico) irritou-se com a Mulher (Maria) e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus. Declarar guerra contra Maria é declarar guerra a Deus e jogar no time do demônio, que é o maior beneficiado com a difamação de Maria. Em qual exército você tem lutado? Por qual propósito você tem se desgastado e talvez até arriscado sua vida? Você tem pregado a verdade libertadora de Jesus, da qual Maria é parte viva, ou você tem ignorado a maternidade de Maria e o amor que o próprio Jesus tem por ela?
Como Católico, que sou, não posso deixar de amar Maria e acolhe-la como minha mãe, principalmente porque foi o último pedido de Jesus, feito na Cruz, momento do mais alto e amor e entrega. Talvez tantas coisas passaram pela cabeça de Jesus naquele momento, e Ele encontrou foças para nos dar por herança de amor Sua própria mãe. A doutrina da Igreja Católica revela-nos que Maria é a Mãe de Deus (“Theotokos”). Este título foi dado a Maria no Concílio de Éfeso (431), que aconteceu na Ásia Menor. Este é o texto do Concílio Vaticano II: “Mãe de Deus Filho, e, portanto, filha predileta do Pai e sacrário do Espírito Santo” (LG 53). Também o próprio Deus, através do Arcanjo Gabriel, revelou à Maria: “Por isso o ente Santo que nascer de ti, será chamado Filho de Deus.” (cf Lc 1,35). Uma outra prova da maternidade divinal de Maria também pode ser retirada da Leitura Sagrada de Lucas 1, versículo 43, quando Maria missionariamente visita sua prima Isabel, que exclama: “Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe d3 meu Senhor?“. E o Sagrado Concílio reconhece que Maria: “… na Santa Igreja ocupa o lugar mais alto depois de Cristo e o mais perto de nós” (LG,54). Não há na Bíblia e nem na doutrina Cristã Católica nada sobre Maria ser digna de adoração. Longe de nós! Isso é artimanha de confusão pregada pelo demônio e àqueles que se prestam a ouvir e divulgar a famosa e diabólica frase “Católico adora imagem”. Nós não adoramos imagens e muito menos Maria. Maria não é digna de nenhuma adoração. Tenho certeza que ela se entristesse muito a ouvir isso, pois ela mesma não deseja ser adorada. Ela deseja adorar Seu Filho, Jesus Cristo, e que todos os povos também o adorem. Este é o desejo de Maria, que é mãe de Deus. Nenhuma mãe deseja mal a seu filho, pois o amor materno é o mais puro e desinteressado amor. Que mãe que nunca deixou de fazer ou comer algo para que seu filho se promovesse ou saciasse sua fome? Ser mãe é amar no sentido real da palavra e com amor de doação, de humilhação e de desaparecimento, onde o importante é a promoção do filho. Assim também é Maria. O culto a Maria e que já era feito pelas primeiras comunidades cristãs na primeira metade do século I, era, é e sempre será um culto de veneração, onde a grande exaltação é a santidade, entrega e renúncia de Maria em nome do projeto maior, que era o projeto ousado de salvação da humanidade, do qual Jesus era o protagonista e executor principal. A oração mais antiga de que se tem conhecimento, já chamada Maria como Mãe de Deus: “Debaixo de Vossa proteção nos refugiamos Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai´nos sempre de todos os perigos, Virgem gloriosa e bendita“. São Bernardo, doutor da Igreja, nos disse: “Deus quis nos dar tudo por Maria“. E isto é a mais pura verdade. O culto a Maria sempre esteve presente na cultura judaico-cristã e por muitas vezes, tal culto, foi atacado por uma cultura pagã que tentou sufocar tal culto, inserindo contextos mentirosos que enganaram a tantos e continuam enganando a tantos outros atualmente.
É interessante ressaltar que mesmo a reforma protestante, que teve em Martin Lutero um de seus grandes idealizadores, não condenava o culto Mariano, pelo contrário, o mesmo era e continua sendo incentivado. A Igreja de fé Luterana, questiona a atitude de “cristãos evangélicos” de ignorarem milagres que acontecem em santuários Marianos como os de Fátima e Lourdes, ignorando diretamente a própria Virgem Maria. Isso foi assuto de um texto intitulado Manifesto de Dresden, publicado na revista alemã Spiritus Domini. O documento afirma que “seria o cúmulo da tolice ignorarmos a voz de Deus, que fala ao mundo pela mediação de Maria, e dar-lhes as costas unicamente porque Ele faz ouvir sua voz através da Igreja Católica“. Segundo o mesmo manifesto, uma das causas do esquecimento de Maria no meio “cristão evangélico” deve-se á Guerra dos 30 anos que aconteceu entre luteranos e católicos em meados do século XVII e na época dos livres pensadores do século XVIII que “sufocando no coração dos evangélicos o culto da Virgem, destruíram os sentimentos mais delicados da piedade cristã“. O Manifesto de Dresden lembrou bem que Lutero honrou Maria té o fim de sua vida. Ele santificava suas festas e cantava diariamente o Magnificat (cf Lc 1,46ss). O grande medo de não dar a Jesus Cristo, as devidas Glórias, fez com que muitos irmãos evangélicos protestantes esquecessem e excluíssem a figura de Maria. O Manigesto de Dresden, publicado em uma revista Luterana na Alemanha, combate este medo dizendo que “através da justa veneração que aos apóstolos e a ela corresponde, multiplica-se a glória e o louvor ao Senhor, porque foi Ele que a elegeu (e a fez) pela Sua Graça um instrumento seu. Jesus espera que veneremos Maria e a amemos“. (Folha de SP, da Redação, 27 julho 2007).
Muitos protestantes, assim como foi feito pelos Luteranos, precisam entender a diferença entre um culto de adoração (latria) e de veneração (dulia). Somente Deus é digno de adoração e o fato de venerarmos Maria não deixa Deus de lado, muito pelo contrário, tal culto o enaltece ainda mais pois Maria nos leva a um profundo amor a Deus.
Muitos irmãos protestantes usam-se de suas Bíblias e de informações mentirosas que aprendem para “degladiar-se” com àqueles contrários às suas idéias, fundamentando-se principalmente em Palavras como a contida na Carta de São Paulo a Timóteo, que afirma “há um só medianeiro entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, que Se deu a Si mesmo em redenção por todos” (cf 1Tm 2,5-6). Sabemos e cremos que somente Jeus é o único mediador entre Deus e os homens. Isso é fato e nós Católicos cremos nisso tanto quanto qualquer protestante Cristão. Porém isso não exclui o fato do Espírito Santo suscitar novas regras e novas maneiras de se fazer algo, pois como também nos diz São Paulo, não devemos extingir o Espírito Santo (cf 1Ts 5,19). E foi pela tradição da Igreja, á Luz do Espírito Santo, que a Igreja descobriu que neste caminho único de mediação á Deus, podemos sim ter outros mediadores submetidos ao Senhorio do mesmo Cristo. Nunca acima Dele e nem mais importante, porém ajudando-nos a caminhar este caminho que nos leva ao Pai. Nisso firma-se o dogma de que Maria é sim, pela tradição, uma medianeira de graças entre a humanidade e Deus, pois ela caminha junto com Jesus, sempre pedindo que Ele atenda aos pedidos, que Ele realize milagres, ouça as preces e faça a intermediação ao Pai. Maria não tem poder algum para curar, libertar ou realizar qualquer tipo de prodígio ou milagre. O poder é de Deus. Ela é apenas alguém que alcançou graça aos olhos deste mesmo Deus (cf Lc 1,30) e que tem livre acesso ao Trono da Graça, ajudando àqueles que ainda não têm tanta intimidade com Jesus e que não sabem como nem o que pedir. O Concílio Vaticano II diz “um só é o nosso Mediador… Todavia a materna missão de Maria a favor dos homens de modo algum obscurece nem diminui essa mediação única de Cristo, mas até ostenta sua potência, pois todo o salutar influxo da bem-aventurada Virgem a favor dos homens não se origina de alguma necessidade interna mas do divino beneplácito. Flui dos superabundantes méritos de Cristo, repousa em Sua mediação, dela depende inteiramente e dela aufere toda a força. De modo algum impede, mas até favorece a união imediata dos fiéis com Cristo” (Lúmen Gentium, 60). E o mesmo Concílio fala com toda sua autoridade: “A Igreja não hesita em proclamar esse múnus subordinado de Maria. Pois sempre de novo o experimenta e recomenda-o aos fiéis para que, encorajados por essa maternal proteção, mais intimamente adiram ao Mediador e Salvador” (LG n. 62).
É a mais pura vontade de Deus que Maria seja mãe da humanidade. Por isso se você tem acreditado nas inverdades semeadas para lhe afastar de sua mãe, é hora de voltar e começar a usar sua graça mediadora para alcançar de Deus àquilo que precisa.
Salve Maria! Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém!
Fonte: Alan Cota



Meu amigo Alan,
Gostaria aqui, mesmo diante de controvérsias, dizer o quanto seu texto é claro, evidente e explicativo. Dizer as coisas do Alto às claras e fazer com que as pessoas entendam é ser profeta. Isso eu sempre te disse pessoalmente.
Sou grato a Deus por ter feito tantas amizades nos últimos anos, que mexe com a minha história, que me traz para perto de Deus com o mover do Espírito Santo. Não tenho qualquer dúvida que você percebe e se permite ser movido pelo Espírito de Deus.
Tenho a certeza de que existem mais coisas entre o Céu e a terra que temos capacidade de explicar, pois como dizia o saudoso Pe. Léo: “As coisas de Deus não foram feitas para serem explicadas, mas sim sentidas.”
A glória que Deus manifesta sobre os santos, principalmente sobre a Virgem Maria, como você muito bem explanou, não está escrita em nenhum livro da Palavra de Deus, mas está escrita no Seu Coração de Pai Amoroso, que nos deu Seu ÚNICO Filho. E por quem mesmo? Ah tá, lembrei, por Maria Santíssima, a Escolhida dentre tantas mulheres!
Não quero NUNCA travar batalhas contra homens por dogmas, principalmente por causa de Maria. Não porque não a amo, mas porque preciso, a exemplo dela, ser silente. Afinal, ela é a Virgem do Silêncio… E tenho certeza que ela não ficaria nada feliz comigo, vendo que ela é motivo de briga entre seus filhos, por excelência. Não podemos esquecer que quem a nos deu por filhos foi o próprio Cristo, quando crucificado. Engraçado que Ele nos deu Maria como Mãe pelo discípulo amado, São João. Tudo parece coincidência, mas sabemos que para o cristianismo TUDO é PROVIDÊNCIA.
Que o Senhor Deus continue te capacitando e fazendo de você cada vez mais profeta. Que você possa enxergar, com os olhos da fé, o caminho que nos leva à santidade, pois queremos ser “santos de calça jeans”. Que o Espírito Santo seja o seu Guia e o Cristo seu Mediador e os santos exemplos de vida e santidade.
E por fim, que Maria Santíssima te cubra com seu manto sagrado e te carregue no colo, como fez com Cristo Jesus!
Abração a toda família!
[...] Sobre a Doce Mãe de Deus, Nossa Senhora, Maria Santíssima recomendo que leia este outro artigo, de minha autoria: http://alancota.net/site/eis-ai-tua-mae/ [...]
Ieda obrigado, de coração, pelas palavras proféticas e de incentivo deixadas aqui no site. Peço suas orações para que eu sempre tenha a ousadia necessária para levar esta obra de Deus em frente e para que eu consiga sustentar este site sempre. Obrigado. Abraços.
Olá Alan, A paz de Cristo e o amor de Maria estejam com você e toda sua família.
Fiquei muito feliz por você ter dado testemunho da nossa fé, são pessoas esclarecidas como você, que fazem da nossa igreja um verdadeiro exemplo de vida cristã.
Parabéns. Precisamos de pessoas como você para fazer o diferencial.
abraços!!
Olá Moisés, a paz do Cristo Ressuscitado e Vivo a você e sua familia!
Meu irmão, primeiramente agradeço sua presença em meu humilde site. Muito alegra meu coração que o alvo de nossa fé e da nossa pregação seja o Cristo!
Não pude deixar de notar uma contradição naquilo que você diz com o que está escrito nas Sagradas Escrituras. Você diz: “Qualquer coisa que está além da Bíblia é profana e devemos, enquanto filhos de Deus, deixar”. Concordo plenamente contigo. Então, me responda porque nossos irmãos protestantes, como você se declarou ser, não leva também outras passagens ao pé da letra, como: ”
E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (cf. Mt 16,18). Eu lhe pergunto, quem fundou sua Igreja? Agora me diga onde, na Bíblia, você encontra o nome desta pessoa ou qualquer referência de Jesus Cristo a uma religião paralela a fundada por Ele, a qual eu faço parte?
Acho que você não leu meu comentário atentamente pois eu afirmei que a Igreja Católica Apostólica Romana acredita e proclama que Jesus Cristo É o único caminho. Não há outro além dele. Nisso nossa fé converge. Porém, nós Católicos, cremos que aqueles que vivem e testemunham o que está escrito na Bíblia, transforma a história e a humanidade à sua volta. A isso damos o nome de Sagrada Tradição. Não podemos ignorar o mover do Espírito Santo, como nos disse São Paulo: “Não contristeis o Espírito Santo” (cf. Ef 4, 30). Seria muita ignorância de nossa parte limitar a ação de Deus a apenas o que está fisicamente escrito na Bíblia ignorando os desdobramentos desta Santa e Viva Palavra nos Filhos de Deus.
Também achei interessante sua citação sobre a reforma protestante, da qual sua fé é fruto. Creio que sua afirmação sobre sua Bíblia não ter sofrido reformas é equivocada pois somente os Católicos utilizam a Bíblia original, com seus 73 livros, diferentemente da Bíblia utilizada pelos irmãos protestantes.
Quero terminar minha resposta deixando bem claro que quem opera tudo em todos é Jesus Cristo. Maria é apenas uma serva, como eu e você, porém é uma serva especial pois fez o que ninguém mais faria. Por isso ela encontrou graça diante de Deus: “O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus” (cf. Lc 1,30). O próprio fato de Maria ter sido a progenitora terrena do Cristo, já mostrava que Deus queria que ela fosse áquela que facilitasse o acesso das pessoas a Jesus e vice-e-versa.
Rezo para que pela intercessão de Nossa Senhora, rainha dos céus e Mãe de Deus, sua fé se torne cada vez mais clara, cultivada pelo Espírito Santo!
Salve Maria!
Abraços fraternos.
Alan Cota.
Alan,
Sou cristão evangélico e proponho um diálogo a respeito deste tema.
Fico muito feliz de saber que você faz uso da bíblia para subsidiar seus argumentos pois a Bíblia nos ensina que: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8:32) e ao passo que temos contato com a verdade seremos “liberto de todo e qualquer embaraço, pois olharemos apenas para Cristo autor e consumador da nossa fé” (Heb 12:1-2).
Ora não pretendo com meu comentário atacar os dogmas católicos, pois o apóstolo Paulo nos deixou claro que o papel do crente é : “examinasse pois o homen a si mesmo”, eu só posso julgar aqueles que estão na minha igreja e Deus julga quem está fora (ICo 5:12-13).
A Bíblia diz: “Eu (Jesus) sou o caminho a verdade e a vida ninguém vem ao Pai (Deus) senão por mim” (Jo. 14:6), ora como eu posso me atrever a modificar algo que está escrito na Bíblia e modificálo ao meu bem querer ? Isso eu não posso, visto que a Bíblia me diz: “Eu testifico a todos os que ouvem as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas escritas neste livro”; (Apocalipse 22:18) ou “Mas ainda que nós, ou um anjo do céu vos pregasse um Evangelho além do que vos pregamos, seja anátema”. (Gálatas 1:8). Qualquer coisa que está além da Bíblia é profana e devemos, enquanto filhos de Deus, deixar.
Não acredito que nossa irmã Maria seja diferente de nenhum de nós, porque ela mesmo diz: “Disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor,E o meu espírito alegrou-se em Deus meu Salvador,” (Lc 1:46-47), porque ela movida por sua fé confessa que O que nela foi gerado a salvou. Como você mesmo afirmou Maria é mãe da natureza carnal ou humana de Cristo, pois Cristo já é antes de todas as coisas como lemos: “No princípio criou Deus o céu e a terra”. (Gênesis 1:1), “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. (João 1:1) e Ele mesmo se fez: “O Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. (João 1:14), Maria foi um intrumento de Deus, ela ofereceu seu corpo para a manifestação da glória do Pai; como nós devemos fazer. “nem ofereçais os vossos membros ao pecado como instrumentos de injustiça, mas oferecei-vos a Deus, como ressuscitados dentre os mortos, e os vossos membros a Deus como instrumentos de justiça”. (Romanos 6:13), como todos devemos fazer. Maria é como nós pois ela é repreendida por Jesus em um certo momento do seu ministério: “Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles não têm mais vinho.
Respondeu-lhe Jesus: Que tenho eu contigo, mulher? ainda não é chegada a minha hora.
Disse sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos mandar.” (João 2:3-5) e como observando o texto vimos que ela toma uma atitude reconhecendo que Cristo é quem opera, “Fazei o que Ele vos mandar”.
E o que Jesus nos deixou como maior missão é:”Disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura”. (Marcos 16:15) e todos sem distinção devemos fazer o que Ele nos ordena pois somos todos iguais “Pois nós, que somos muitos, somos um só pão, um só corpo; porque todos participamos do único pão”. (1 Coríntios 10:17 ) e quem é esse Pão? “Eu sou o pão da vida”. (João 6:48). E paulo escrevendo aos romanos ratifica a condição pecadora de toda a humanidade: “como está escrito: Não há nenhum justo, nem sequer um”, (Romanos 3:10). O que deve ficar claro é que somos meramente servos e Cristo o nosso senhor, “Pois para isto é que Cristo morreu e tornou a viver, para que fosse Senhor tanto de mortos como de vivos”. (Romanos 14:9) e mais todos os que são salvos estão com Cristo no céu veja: “Ele lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”. (Lucas 23:43).
Gostaria de fechar apenas comentando que o que dizem a respeito da “Reforma Protestante” é apenas um acontecimento secular, que creditam aqueles que saíram da igreja romana por não concordar com seus dógmas, então houve uma reforma em relação as questões doutrinárias de interpretação, os quais foram brutalmente perseguidos, mas à Bíblia nã cabe-se reforma, pois ela é a expressão da boca de Deus, “Mas Jesus respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”. (Mateus 4:4).
Fique com Deus, um grande abraço!!!